Quem

nós seremos amanhã: competências que farão a diferença no futuro

novembro 29, 2019 | Shaíze Roth
Quem nós seremos amanhã: competências que farão a diferença no futuro
Sabia que 85% dos empregos que existirão em 2030 ainda não foram criados? Essa é uma estatística assustadora sobre o futuro e nos traz uma sensação de receio e incerteza. Para complementar esse dado, trago outro tão intrigante quanto ele: até o mesmo ano mencionado, 47% dos cargos atuais poderão ser substituídos por Inteligência Artificial, a famosa IA. 
O segundo número quase justifica o primeiro: se novos cargos vão surgir, isso significa que muitas das funções que conhecemos hoje já não vão mais fazer parte da nossa rotina. É nesse ponto que precisamos parar para refletir sobre as competências do futuro: que habilidades precisaremos apresentar para nos destacarmos em um momento no qual robôs e softwares são capazes de realizar muitas das tarefas que antes eram dominadas pelos seres humanos?
 
Precisamos voltar a ser humanos
 
Quando nós deixamos de ser humanos, afinal? Ou, ainda mais complexo: o que ser um humano significa? Talvez a tecnologia, a rotina apressada, os problemas e desafios da vida pessoal e profissional nos coloquem no modo automático com mais frequência do que gostaríamos, mas mesmo assim ainda somos perfeitamente capazes de ser críticos, empáticos, justos, analíticos, lógicos e comunicativos. Ainda somos capazes de exercer a nossa humanidade.
Além de tecnologias como realidade aumentada, Internet das Coisas e Big Data, você já deve ter imaginado que muitas profissões que demandam esforço físico serão ocupadas por robôs autônomos e similares. Muitos veículos, por exemplo, serão autodirigidos e já não precisarão mais de um motorista. Assim, será imprescindível nos reconectarmos com importantes competências humanas, como empatia, inteligência emocional, tomada de decisão, gestão de pessoas, análise e solução de problemas complexos. 
Afinal, a Inteligência Artificial pode levantar peso, reunir dados, simular experiências e dirigir automóveis, mas não é capaz de gerenciar pessoas, criar, aprender e aplicar conhecimentos e se comunicar. Nisso nós ainda somos imbatíveis – ou deveríamos ser. 
Analista de Ética da Automação, Especialista em Diversidade, Treinadores de Empatia: essas profissões com certeza nunca foram a resposta de nenhum “o que você quer ser quando crescer?”, mas em breve começarão a estar na ponta da língua de cada profissional que ouvir a pergunta “onde você se vê daqui cinco anos?”. 
 
E o que fazer para ser um profissional do futuro? 
 
Depois desse vislumbre do futuro, essa é a pergunta que não quer calar. Ainda precisamos nos desenvolver hoje para sermos bons profissionais amanhã. Por isso, os próximos anos ainda podem parecer uma visão nebulosa, mas o caminho a ser seguido agora, no presente, é claro. 
Autoconhecimento, inteligência emocional, resiliência, comunicação e criatividade são habilidades que devem ser trabalhadas e que já fazem toda a diferença em nossa vida agora e que serão cada vez mais buscadas e valorizadas. Escutar podcasts, ler mais livros, construir relacionamentos saudáveis, reformular o seu mindset e buscar desafios são algumas das boas práticas que renderão frutos de sucesso nos próximos anos e décadas. 
Parece difícil? Eu garanto que não é – tudo o que você precisa é de foco, disposição e um caminho para trilhar. É por isso que a SOU tem vários eventos disponíveis, que tratam de vários assuntos que vão ajudar você a desenvolver competências importantes para o futuro, como comunicação assertiva, liderança e até mesmo um curso que aborda especificamente o tema do texto de hoje. 
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